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Veja o catálogo virtual da exposição! - (pdf) |
Luiz Hermano apresenta Rede Concreta/ Trama Orgânica, exposição individual na Galeria Arte em Dobro, no Leblon
Com mais de 30 anos de carreira e obras em coleções como Patricia Cisnero, Biblioteca Nacional de Paris e Pinacoteca do Estado de São Paulo, Luiz Hermano volta ao Rio de Janeiro para a exposição individual Rede Concreta/ Trama Orgânica, a partir de 12 de agosto, na Galeria Arte em Dobro, no Leblon. Declaradamente fascinado pela cidade, o artista plástico buscou inspiração no paisagista Burle Marx para as obras que fazem referência ao lado orgânico - ou Rio de Janeiro, apresentando um trabalho alegre e super colorido.
“Tantos poetas já declararam seu amor ao Rio, agora chegou a minha vez de homenagear a cidade. Longe dos típicos clichês, a ideia desta exposição é de apresentar uma discussão amigável entre a suposta eficiência do racionalismo concreto paulistano e a exuberância sensual das formas sinuosas cariocas”, afirma o cearense radicado em São Paulo, que há cinco anos não tem uma individual na cidade.
Rede Concreta/ Trama Orgânica permite uma reflexão sutil sobre a herança construtiva brasileira na obra de Luiz Hermano. É possível encontrar tanto aspectos da racionalidade e impessoalidade do concretismo paulista, como características do neoconcretismo carioca, que a partir da forma geométrica se lançou numa pesquisa profunda do ato experimental, orgânico e relacional na arte.
“Luiz Hermano reinventa uma categoria de obra de arte. Suas geometrias abstratas são não-objetos que aqui chamei de esculturas-rede, mas que podem ter ainda outros nomes. Os microcosmos que cria são de fato topologias concretas, orgânicas e oníricas pacientemente construídas em tramas e versos, passo a passo, peça por peça, de sol a sol”, explica a curadora Daniela Labra.
SOBRE O ARTISTA:
Cearense, Luiz Hermano mora e trabalha desde 1979 em São Paulo, onde estreou com mostra de desenhos no MASP. A partir de então, fez diversas individuais em São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Vitória, Fortaleza, Recife, Brasília, Goiânia, Paris, Berlim, Stuttgart e Washington, e participou de coletivas no Brasil e no exterior, como Nova York, Paris, Santiago do Chile, Caracas, Buenos Aires; das bienais de SP, de Seoul e de Havana; do Salão Nacional de Artes Plásticas de 1981; das feiras de arte ARCO, Madri, da Fiac, Paris, e outras em Chicago e Miami.
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